Propedêutica - Esse filme foi trabalhado pela professora Denia, no dia 15/06/2011 com a turma do 1ºMB3 no contexto do estudo sobre o humanismo. na literatura. Através do estudo de Gil Vicente se assistiu ao filme como forma de compreender o teor da obra e o que ela pontua como sendo importante.
ESCOLA E TECNOLOGIAS&LABIM PARAÍSO
Esse é um blog do "Colégio Estadual ProfºJosé Nézio Ramos" localizado no 'setor pouso alegre.' É um espaço de conexão dos saberes, atual e potencial/virtual, de professores, alunos e comunidade escolar. Intenta-se, com esse blog, construir uma 'rede viva' de estudo, pesquisa e construção do conhecimento. Ao mesmo tempo em que é um espaço de visualização do que na escola é feito para que haja de fato uma incorporação das tecnologias na docência e na discência escolar.
MÍDIAS E TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Propedêutica - Compreender as dimensões do BARROCO enquanto expressão cultural de uma época e que caracteriza uma visão de mundo, uma cultura e uma perspetiva de mundo. Esses slides foram tirados do site http://www.slideshare.net/Ruineto13/o-barroco-315912 e que devem ser utilizados para uma enriquecimento e aprofundamento do tema em questão.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Mulher nova bonita e carinhosa - Helena de tróia
INTRODUÇÃO - A professora Nagair trabalha esse filme na disciplina de historia, semana de 23 a 27 de maio do corrente ano, com a turma do 2ºMB1, no contexto estudado sobre a civilização grega e sua cultura mitologia e o legado transmitido à civilização ocidental. Esse filme traduzido em obra da 7ª arte tem com base a obra clássica de HOMERO. A odisséia e a ilíada são duas obras atribuidas a ele. São duas obras da literatura clássica e universal. A primeira descreveos fatos q desencadearam o antes e o depois da guerra de tróia. Merece uma atenção especial pelas novas gerações. É uma obra que resumo toda a riqueza da cultura grega: A MITOLOGIA. Foram os gregos que inventaram uma mitologia totalmente diferente e que é base de todos os saberes do mundo ocidental. Todo o modo de ser e de pensar do mundo ocidental tem como fundamento a mitologia e a filosofia criados pelo povo grego;
SINOPSE DO FILME - Francis Ford Coppola comandou esta megaprodução de 40 milhões de dólares, com efeitos especiais grandiosos, retratando a aventura excitante de Ulisses herói grego, após a Guerra de Tróia.
Uma adaptação do poema clássico A Odisséia, atribuído a Homero, onde Odisseu (Ulisses) enfrenta a fúria dos deuses, perigosos inimigos e monstros mitológicos, demonstrando bravura e resistência para retornar aos braços de sua amada Penélope.
CONTEXTO HISTÓRICO DA GRÉCIA ANTIGA
A evolução histórica da Grécia Antiga conhece quatro períodos (Pré-Homérico, Homérico, Arcaico e Clássico). Nos dois primeiros, o mito ainda era preponderante na interpretação dos fatos históricos, sendo que no período Homérico ocorre a dissolução dos génos e a conseqüente formação das cidades-estado. Esta fase obscura da história da Grécia Antiga, que se estende do século XII ao VIII a C. é chamada de Período Homérico porque seu conhecimento é baseado na interpretação de lendas contidas em dois poemas épicos atribuídos a um suposto rapsodo cego da Ásia Menor chamado Homero.
No primeiro poema chamado A Ilíada, Homero conta a Guerra de Tróia, mostrando sua tomada pelos gregos. O poema concentra-se na figura do herói Aquiles que se negou a combater os troianos devido a sua cólera contra Agamenon que lhe roubou a escrava Briseida. Somente com a morte do amigo Patroclo, Aquiles volta ao combate. Outro momento importante da obra descreve a tomada da cidade pelos gregos, que sem a liderança de Aquiles usaram da astúcia, e por conselho de Odisseu (Ulisses), construíram um grande cavalo de madeira e esconderam em seu interior os soldados mais valentes, que durante a noite saíram do cavalo e abriram as portas da cidade para seus companheiros destruírem Tróia.
"A Odisséia", descreve o retorno do guerreiro Odisseu (Ulisses) ao seu reino na ilha grega de Ítaca. Essa obra pode ser dividida em três temas fundamentais: a viagem de Telêmaco; as viagens de Ulisses; e o massacre dos pretendentes da esposa de Ulisses, Penélope.
Assim como a Ilíada, a Odisséia é composta de 24 cantos, porém, se a Ilíada descreve um estágio mais primitivo da sociedade, a Odisséia descreve um momento mais estável e pacífico repleto de sucessos legendários. No entanto, uma análise mais criteriosa mostra que a Odisséia mais parece uma compilação de trechos de diversas obras. Apesar de posterior a Odisséia não faz nenhuma referencia à Ilíada. Deve-se também levar em conta que esses poemas foram transmitidos oralmente ao longo de séculos, tomando forma escrita somente em meados do século VI a C. em Atenas durante a tirania de Psistrato.
Por fim, sobre a própria figura de Homero ainda existem grandes interrogações: se realmente existiu, qual sua cidade natal, sua época de nascimento e morte ou se Homero corresponde apenas à sigla de alguma associação de rapsodos, os cantores ambulantes de rapsódias (cantos épicos) na Grécia Antiga.
Homero (em grego, Ὅμηρος - Hómēros, na transliteração) foi um lendário poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia.
Os gregos antigos geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas estudiosos modernos são céticos: nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir de antiguidade clássica,[1] e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de história contadas oralmente e um bem desenvolvido sistema já muitas vezes usado de composição poética. De acordo com Martin West, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído".[2]
A data da existência de Homero foi controversa na antiguidade e não o é menos hoje. Heródoto disse que Homero viveu 400 anos antes de seu próprio tempo, o que o colocaria em torno de 850 a.C., mas outras fontes antigas deram datas muito mais próximas da suposta época da Guerra de Troia.[3] A data da Guerra de Troia foi dada como 1194-1184 a.C. por Eratóstenes, que se esforçou para estabelecer uma cronologia científica dos eventos e esta data tem obtido apoio por causa de pesquisas arqueológicas mais recentes.[carece de fontes]
Para a ciência moderna, "a data de Homero" refere-se à data de concepção dos poemas tanto quanto à vida de um indivíduo. O consenso dos estudiosos é que "a Ilíada e a Odisseia datam dos últimos anos do século IX a.C., ou a partir do século VIII a.C., a Ilíada sendo anterior à Odisseia, talvez por algumas décadas",[4] ou seja, um pouco mais cedo do que Hesíodo,[5] e que a Ilíada é o trabalho mais antigo da literatura ocidental. Ao longo das últimas décadas, alguns estudiosos têm defendido uma data do século VII a.C. Aqueles que acreditam que os poemas homéricos desenvolveram-se gradualmente durante um longo período de tempo, entretanto, geralmente dão uma data posterior para os poemas: de acordo com Pausânias, os textos foram compilados na época do tirano ateniense Pisístrato[6]; de acordo com Gregory Nagy, tornaram-se textos fixos apenas no século VI a.C.[7]
Alfred Heubeck afirma que a influência formativa dos trabalhos de Homero modelando e influenciando todo o desenvolvimento da cultura grega foi reconhecido por muitos dos próprios gregos, que o consideravam seu instrutor.[8]
Além dessas duas grandes obras, mas sem respaldo histórico ou literário, são a ele atribuídas as obras Margites, poema cômico a respeito de um herói trapalhão; a Batracomiomaquia, paródia burlesca da Ilíada que relata uma guerra fantástica entre ratos e rãs, e os Hinos homéricos.
Já antes do início do pensamento filosófico, as riquíssimas obras de Homero (Ilíada e Odisseia) tendem a aproximar os deuses dos homens, num movimento de racionalização do divino. Os deuses homéricos, que viviam no Monte Olimpo, possuíam uma série de características antropomórficas.
MITOLOGIA - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia
O termo mitologia pode referir-se tanto ao estudo de mitos, ou a um conjunto de mitos.[1] Por exemplo, mitologia comparada é o estudo das conexões entre os mitos de diferentes culturas,[2] ao passo que mitologia grega é o conjunto de mitos originários da Grécia Antiga. O termo "mito" é frequentemente utilizado coloquialmente para se referir a uma história falsa,[3][4] mas o uso acadêmico do termo não denota geralmente um julgamento quanto à verdade ou falsidade.[4][5] No estudo de folclore, um mito é uma narrativa sagrada que explica como o mundo e a humanidade veio a ser da forma que é atualmente.[5][6][7] Muitos estudiosos em outros campos usar o termo "mito" de forma um pouco diferente.[7][8][9] Em um sentido muito amplo, a palavra pode se referir a qualquer história tradicional.[10]
Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.
Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.
O termo é freqüentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas como mitologia romana, mitologia grega, mitologia egípcia e mitologia nórdica, que foram quase extintas. No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e célticos como meras fábulas outros os têm como religião (ver Neopaganismo).
Pessoas de muitas religiões tomam como ofensa a caracterização de sua fé como um conjunto de mitos, pois isso é afirmar que a religião em si é uma mentira. Mesmo assim, muitas pessoas concordam que cada religião tem um grupo de mitos os quais desenvolveram-se somados às escrituras.
Um exemplo cotidiano ocorre nos países cuja maioria populacional segue religiões de origem judaico-cristãs, como o Brasil ou México. Quando um seguidor de outra religião que não a cristã refere-se ao cristianismo como sendo um conjunto de mitos, seus seguidores sentem-se ofendidos.
Origem: Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Odisseia
| 'Odisseia' | |
|---|---|
| Início da Odisseia em seu idioma original | |
| Autor | Homero |
| Título no Brasil | Odisseia |
| Título em Portugal | Odisseia |
| Idioma | Grego homérico |
| País | Grécia Antiga |
| Gênero | Poesia épica |
| Editora | Várias |
| Lançamento | século III a.C. |
Odisseia (em grego: Οδύσσεια, transl. Odýsseia) é uma dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuídos a Homero[1]. É, em parte, uma sequência da Ilíada, outro obra creditada ao autor, e é um poema fundamental ao cânone ocidental moderno, e, historicamente, é a segunda - a primeira sendo a própria Ilíada - obra existente da literatura ocidental, tendo sido escrita provavelmente no fim do século VIII a.C.[1], em algum lugar da Jônia, região da costa da Ásia Menor então controlada pelos gregos, e atualmente parte da Turquia.[2]
O poema relata o regresso do protagonista, um herói da Guerra de Troia, Odisseu (ou Ulisses, como era conhecido na mitologia romana). Como se diz na proposição, é a história do “herói de mil estratagemas que tanto vagueou, depois de ter destruído a acrópole sagrada de Troia, que viu cidades e conheceu costumes de tantos homens e que no mar padeceu mil tormentos, quanto lutava pela vida e pelo regresso dos seus companheiros”. Odisseu leva dez anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos.[3]
A obra continua a ser lida por todo o mundo, tanto no original, escrito no chamado grego homérico, como em inúmeras traduções para os idiomas atuais. O poema foi composto originalmente seguindo a tradição oral, por um aedo, provavelmente um rapsodo, e destinava-se mais a ser cantada do que lida.[4] Os detalhes das antigas performances orais da Odisseia, e de sua conversão a uma obra escrita, continuam até hoje a inspirar debates entre os estudiosos. A obra, que abrange 12.110 versos no hexâmetro dactílico.[5] foi escrita num dialeto poético, que não pertence a qualquer região definida. A linguagem homérica combina locais e tempos numa linguagem à parte, feita para a epopeia.Nunca foi falada por ninguém. Foi-o somente pelos poetas[6].
A trama da narrativa, surpreendentemente moderna na sua não-linearidade, apresenta a originalidade de só conservar elementos concretos, directos, que se encadeiam no poema sem análises nem comentários. A análise psicológica, a análise do mundo interior, não era ainda praticada. As personagens agem ou falam; ou então, falam e agem. E falam no discurso directo, diante de nós, para nós – preparando, de alguma forma, o teatro[7]. Os eventos narrados dependem tanto das escolhas feitas por mulheres, criados e escravos quanto dos guerreiros.
A influência homérica é clara em obras como Os Lusíadas ou o Ulysses, de James Joyce, mas não se limita aos clássicos. As aventuras de Ulisses, a superação desesperada dos perigos, nas ameaças que lhe surgem na luta pela sobrevivência, são a matriz de grande parte das narrativas modernas, desde a literatura ao cinema[8].
Em português, bem como em diversos outros idiomas, a palavra odisseia passou a referir qualquer viagem longa, especialmente se apresentar características épicas.
A Odisséia é um livro escrito por Homero provavelmente do século VIII a.C., quando os gregos, depois de um longo período sem dispor de um sistema de escrita, adotaram o alfabeto fenício.
Odisséia, do grego Odysseía, significa “o regresso”. O título do poema provém do nome do protagonista, o grego Ulisses (Odisseu). Filho e sucessor de Laerte, rei de Ítaca e marido de Penélope, Ulisses é um dos heróis favoritos de Homero e já aparece na Ilíada como um homem perspicaz, bom conselheiro e bravo guerreiro. O mar também é um dos personagens centrais na obra.
Na Odisséia, Homero registra um dos primeiros relatos de viagem. Leva para o plano ficcional os limites, as fronteiras do mundo conhecido, fixando certas idéias dos gregos a respeito de além do "vinoso mar".
A obra narra as viagens e aventuras de Ulisses em duas etapas:
- A primeira compreende os acontecimentos que, em nove episódios sucessivos, afastam o herói de casa, forçado pelas dificuldades criadas pelo deus Posêidon.
- A segunda consta de mais nove episódios, que descrevem sua volta ao lar sob a proteção da deusa Atena.
É também desenvolvido um tema secundário, o da vida na casa de Ulisses durante sua ausência, e o esforço da família para trazê-lo de volta a Ítaca.
O CAVALO DE TRÓIA - Responda à questão: o que significa o 'cavalo de tróia'? Aproveite esses textos que ilustram e iluminam as mentes. Quem as lê com a vida e a imaginação podem compreender a grandiosidade da civilização grega de ontem, hoje e sempre. Essa obra permanece viva. Essa obra permance viva e ecoando em todos os cantos do mundo e querendo ser conhecida e lida. Quem a lê e faz dela um espelho em sua vida nao permanece o mesmo. Deixe aqui comentários do que aprendeu e tirou como lição de vida e aprendizado dessa pitada de cultura universal.
SITES E LINKS RELEVANTES
Download/Filme: http://www.megaupload.com/?d=9UFA8B7C
Baixar/Livro: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/odisseiap.html
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Preliminares - A professora Dênia utiliza-se na semana de 23 a 27 de maio, no contexto da literatura brasileira, a obra Macunaíma, de Mario de Andrade. E para compreender melhor a riqueza e profundidade desse autor, assiste ao filme com o mesmo nome da obra: Macunaíma. Ele é um espelho e imagem da formação cultural brasileira prefigurada nas figuras dos personagens. Eles simbolizam, segundo o autor, a imagem do homem e da mulher brasileiros. Ao assistir tenha presente o tipo e o jeito e serdo brasileiro. Será aqui feito uma transcrição parcial do texto que está no wikipédia no site indicado acima. A professora de literatura trabalhará o filme como forma de compreender a riqueza e profundidade da obra. Ela faz uma caracterização ímpar e nobre da cultura brasileira. É importante saber que todas palavras com cores diferentessão links e q precisam ser utilizados para enriquecer através das informações nelas contida. Assim poderá construir conhecimentos e saberesem a partir dessa obra clássica da literatura brasileira. Foi também acrescido nessa parte comentários sobre o autor da obra Macunaíma, Mario de Andrade de onde o filme foi baseado.
Macunaíma é um filme brasileiro, de 1969, do gênero comédia, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, e baseado na obra homônima de Mário de Andrade. O roteiro foi escrito pelo próprio diretor; a trilha sonora é Jards Macalé, Orestes Barbosa, Silvio Caldas e Heitor Villa-Lobos; a fotografia, de Guido Cosulich e Affonso Beato; o desenho de produção, de Anísio Medeiros, os figurinos, de Anísio Medeiros, a assistência de direção de Carlos Alberto Prates Correia, e a edição, de Eduardo Escorel.
Macunaíma é um dos grandes personagens da carreira de Grande Otelo e o filme traz um elenco de atores renomados.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuna%C3%ADma - SITE acessado em 23/11/2011 -
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuna%C3%ADma - SITE acessado em 23/11/2011 -
O filme começa com o parto de Macunaíma, um herói preguiçoso. De tão preguiçoso, ele só começa a falar aos seis anos de idade. Na metade do filme, Macunaíma (interpretado por Grande Otelo) muda de aparência, sendo substituído por Paulo José. Outra personagem marcante é Ci, vivida por Dina Sfat, que no filme se torna uma guerrilheira.
Curiosidades
Curiosidades
O filme permite muitas interpretações, com alusões ao desenvolvimentismo, ao tropicalismo e à luta armada que corria solta nos "Anos de Chumbo", sem perder a ligação com a obra literária na qual se baseia (escrita na primeira metade do século XX), com aparição de vários personagens do folclore brasileiro, tais como o Caipora.
Em sua mais nova versão, relançada em DVD no ano de 2006, a obra vem com um documentário sobre a construção da cidade de Brasília, também dirigido por Joaquim Pedro de Andrade. Um documentário que em 1967 foi censurado pelo conteúdo político.
SOBRE O AUTOR DA OBRA
Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 — São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador e crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922. Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.[1]
Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos.[2] Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época. Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco". As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro. No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo[3] formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
Andrade nasceu em São Paulo, cidade onde morou durante quase toda a vida no número 320 da Rua Aurora, onde seus pais, Carlos Augusto de Andrade e Maria Luísa de Almeida Leite Moraes de Andrade também haviam morado.[4] Durante sua infância foi considerado um pianista prodígio, tendo sido sido matriculado no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1911.[4] Recebeu educação formal apenas em música, mas foi autodidata em história, arte, e especialmente poesia.[5] Dominava a língua francesa, tendo lido Rimbaud e os principais poetas simbolistas francses durante a infância. Embora escrevesse poesia durante todo o período em que esteve no Conservatório, Andrade não pensava em fazê-lo profissionalmente até que a carreira de pianista profissional deixou de ser uma opção viável.Em 1913 seu irmão Renato, então com catorze anos de idade, morreu de um golpe recebido enquanto jogava futebol, o que causou um profundo choque em Andrade. Ele abandonou o conservatório e se retirou com a família para uma fazenda que possuíam em Araraquara.[4] Ao retornar, sua habilidade de tocar piano havia sido afetada por um tremor nas mãos. Embora ele houvesse se formado no Conservatório, ele não se apresentou mais e começou a estudar canto e teoria musical com a intenção de se tornar um professor de música. Ao mesmo tempo, começou a ter um interesse mais sério pela literatura.[4] Em 1917, ano de sua formatura, publicou seu primeiro livro de poemas, Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, sob o pseudônimo de Mário Sobral.[4][6] O livro contém indícios de uma crescente percepção do autor em relação a uma identidade particularmente brasileira, mas, assim como a maior parte da poesia brasileira produzida na época, o faz num contexto fortemente ligado à literatura européia—especialmente francesa.[7]
Seu primeiro livro parece não ter tido um impacto significativo, e Andrade decidiu ampliar o âmbito de sua escrita. Deixou São Paulo e viajou para o campo. Iniciou uma atividade que continuaria pelo resto da vida: o meticuloso trabalho de documentação sobre a história, o povo, a cultura e especialmente a música do interior do Brasil, tanto em São Paulo quanto no Nordeste[8] Andrade também publicou ensaios em jornais de São Paulo, algumas vezes ilustrados por suas próprias fotografias, e foi, acima de tudo, acumulando informações sobre a vida e o folclore brasileiro. Entre as viagens, Andrade lecionava piano no Conservatório, havendo sido também, conforme relato de Oneyda Alvarenga, aluno de estética do poeta Venceslau de Queirós, sucedendo-o como professor no Conservatório após sua morte em 1921.
Sites importantes
2- Baixar o livro
3- Informações relevantes sobre a obra de Mario de Andrade
- http://www.mundovestibular.com.br/articles/53/1/MACUNAIMA--Mario-de-Andrade-Resumo/Paacutegina1.html
Que ensinamentos/lição esse filme e ou o livro deixou em minha idéia?
Qual é a importância dessa obra na formação e ou educação dos estudantes brasileiros do século XXI?
Obs: inspire-se-se em uma dessas questões, abaixo colocadas, para tornar publica as impressões adquiridas acerca do trabalho feita com a obra Macunaíma.
Que retrato e ou características do Brasil e dos brasileiros se pode identificar e descrever a partir personagens do filme Macunaíma? Que ensinamentos/lição esse filme e ou o livro deixou em minha idéia?
Qual é a importância dessa obra na formação e ou educação dos estudantes brasileiros do século XXI?
sexta-feira, 20 de maio de 2011
BLOG - Amar é ser 'pássaro de fogo'
PREMISSAS – Esse texto tem a irreverência em combinar as três perspectivas, aparentemente dissonantes, entre o blog, a educação e o 'amor em rede.' O pressuposto a ser trabalhado é de que blogar, educar e amar tem o mesmo sentido. Para quem não conhece o poliamor e a suas dimensões, pode se sentir sem chão ao que pode ser desvelado aqui, ele é um modo original e originante utopia, sempre buscado de se amar; para quem entende que o propósito da educação vive em outro mundo, e que assim não está sendo atualizado e não sabe dialogar com os novos sujeitos desse mundo de tecnologias e mídia; e quem não descobriu ainda a relevância e significado de se tecer textos, pelo fato de estar acorrentado no texto dos outros e de outros com+textos, em um mundo virtual que é um dilúvio de textos sempre novos e online, será bem vindo a esse texto amoroso e deseducador. Amar e educar ou blogar é navegar e aprender a arte da navegação em mundos que precisam ser desvelados, tecidos, costurados e conectados. Utilizarei a linguagem NAVEGAR como sendo a palavra chave que faz o ELO. Navegar e preciso, nadar é necessário no amar poli, no educar humanizado e no blogar redes de saberes construídos coletivamente em um mundo que metamorseia.
DOS GREGOS - O sentido de aprender a navegar, os gregos, em seus mares, viveram em suas três dimensões: do amor conexão, sem fronteiras patriarcais onde se combina o poder jovializador, renovador e sedutor do eterno EROS, da estética e da beleza de AFRODITE que encanta e reluz o ser mulher indomável e senhora de si sempre, de DIONÍSIO que descobriu no prazer e na paixão estão inscritos em nosso ser e nele se manifesta o divino e por fim ATENAS que é a musa que nos ensina que todo amor tem sentido quando nos torna hábeis na astúcia, na sabedoria, na justiça e na prudência dos amantes; do educar polis (de política das relações) que Sócrates fez em Platão na ágora e nas ruas de Atenas, que Platão fez em sua academia e que Aristóteles em seus discípulos peripatéticos; e do blogar cósmico de Alexandre, o grande, discípulo de Aristóteles que na ânsia de expansão de seu império, levou o tecido e a tessitura da TEORIA GREGA, inicialmente no mundo helênico e depois ao ser conquistado politicamente por pelos romanos nele incorpora a ALMA GREGA através do modo de conceber a vida, o amor, a política e a educação. Isso se aplica ao ato de educar a partir das tecnologias e mídias, do amar em um mundo vivendo da dubiedade do amor monogâmico e do educar conteudista e sem vida.
ARTE DA NAVEGAÇÃO - É possível se navegar na internet? Como se deve navegar na internet? Fazer como isso acontecer? Só pode ensinar quem se iniciou nessa arte e conhece as profundezas dos mares dessa navegação ou ta nesse oceano. O paradigma da navegação foi descoberto pelos gregos. Para entender a navegação visualize a Grécia do século VII ao século III a.C. O povo grego, geograficamente vivia rodeado de águas, viviam em ilhas que os tornavam mais próximos de outras nações que de seus compatriotas, sendo assim viviam do mar e no mar. Eles viviam da navegação e em navegação todo o tempo. Para eles conhecer a arte da navegação era decisivo. Dessa experiência e necessidade eles descobriram e inventaram a arte de toda navegação: filosofia. É o paradigma a partir do qual todo o mundo se espelha. Será que eles inventaram a arte de toda navegação ao criar a filosofia? Para os gregos navegar, educar, amar e filosofar simbolicamente falando tinham o mesmo significado.
EDUCAR E NAVEGAR - O grego concebia e imaginava o homem e a mulher, como um barquinho no meio do mar, hora em um rumo certo, e em outros momentos, à deriva. A educação é entendida como uma escola da aprendizagem da arte da navegação. Seria feliz quem tinha a sabedoria do navegar e remar nos mares revoltos. Pode-se dizer que toda educação, seja ela FORMA ou INFORMAL, consiste em apreender e ensinar e aprender com as pessoas a arte da navegação. Ao mesmo tempo se ensina a aprender e aprender a ensinar a nadar em todos os mares e rios. Aprende-se a navegar e nadar sem naufragar, quando se aprende a nadar em nossa racionalidade, que é id, ego e superego, por isso essa racionalidade compreende o pensar, o desejar e a vontade de querer ser cada dia mais sensível e humano. Aprender a nadar e a navegar, aprender a ser racional, sensível e desejoso.
BLOG E EDUCAÇÃO=Ser pra Você - Nessa navegação para saber o que seria um BLOG encontrei uma definição na NET, curiosa e sugestiva, que aqui transcrevo: [...] Will Richardson, um dos mais acérrimos defensores dos blogs na educação, diz que blog ar: “é escrever o que pensamos quando lemos o que os outros escrevem. Se continuarmos, outras pessoas eventualmente escreverão o que pensam quando nos lêem, e assim entraremos numa nova esfera de relações humanas. Será que esta revolução pacífica se vai dar entre professor e aluno? Assim espero!" [...}. A idéia do BLOG é tornar-se ferramenta que ANIMA, educa e desenvolva a coragem que supera os medos e as pseudo seguranças perante o mundo, que nos amedronta e assusta; educar é tecer discursos online em meio às incertezas, no dilúvio das informações e assim sejam superados os medos do navegar e do nadar nos amores. Medo é sempre uma atitude primitiva e irracional do novo, da mudança e da ruptura. Temos que ir além do primitivismo e da irracionalidade. Exercício bom é esse de escrever. Educar é dialogar, desnudar-se, perder o medo do novo. É remar em mares desconhecidos. Escrever é desnudar-se diante de si dos outros e do mundo. É dizer o que pensamos e o que nos fez decidir por esse ou aquele cominho. Escrever é dialogo. É dirigir-se, sem ver mais ao mesmo tempo, vendo o presente e o ausente e em frente imaginativamente.
BLOGAR, A PAIXAO EM EDUCAR - Essa fala é um bom insight e ela nos leva a pensar. Como os gregos, indo ao encontro de outras culturas, através desse espaço virtual se BLOGAR: comunicar, relacionar, educar. Viver é navegar, BLOGAR e relacionar-se. Muita gente busca isso hoje no MSN, ORKUT, e salas de bate papo. BLOG é ao mesmo tempo uma navegação ao encontro de outro, como um processo de comunicação; é um diálogo com as pessoas que estão no mundo virtual, para uma relação virtual-real. Acredita-se que é esse o sentido de um BLOG para os professores que trabalham no processo de educar. Eles devem se perguntar continuamente porque as pessoas prefeririam ficar horas e horas na frente de um computador e não mais se sentem bem em suas aulas? Por que se admira mais uma XUXA, um LUAN SANTANA mais que o professor que ta ali frente a ele? Que tipo de relações eles projetam com esses ídolos e o que essas relações tem e se são de fato humanas, educativas?
A REDE MUNDIAL:MEU EU EM VOCÊ - Fiquei pensando... Que imagem se desenha no espaço virtual da rede de computadores, em cada BLOG escrito e em cada conexão virtual e com os possíveis e imagináveis leitores e interlocutores no espaço fractal? Palavras, idéias, pensamentos teci, de tecer e fazer rede, no espaço virtual. Onde será que está tudo isso? Basta alguém acessa a um computador em um cyber, em casa, em uma Instituição de ensino ou no local de trabalho e ter acesso a toda essa nova biblioteca, videoteca, fotografia+teca, torpedo+teca, mensagem+teça, ebooks, que a rede mundial virtual oferece e acessar? Onde será que essas palavras, idéias, pensamentos e imagens estão? Elas estão no fundo mar da virtualidade do mundo dessa nova modalidade de se relacionar? Educa, e ‘ama poli’ quem está tecendo da sala da aula ás salas da internet. Navegar é preciso, nadar é necessário! Tecer é uma responsabilidade.
ESTUDAR E VIVER NO MÓVELversus FIXO- A propaganda é uma insinuação, para além do que ela quer vender, de que a vidahoje nao pode mais ser norteda por um estilo de vida 'com as velhas opiniões formadas sobre tudo', mais q deve ser guiadas por um estado de 'metamorfose ambulante.' É interessante pensar que aprender a estudar é aprender a arte do navegar no mundo do texto. Só navega quem é móvel. A mobilidade do mouse está já sendo superada pelo digital. Nele tem uma realidade dita e de outra maneira que curiosamente precisamos imaginar para poder decifrá-la... Em alguns momentos da navegação temos que mergulhar para não naufragar. Quem navega encontra águas, rios, mares e oceanos ora calmos, ora tempestuosos. Textos e textos estão aí no mar das informações. Quem não souber navegar e nadar no Google, Wikipédia e youtube podem ficar ofuscados e tontos. Pode-se usar a imagem de que quem navega pode tanto amar como morre de medo de nadar. Navegar é preciso aprender a nadar é necessário. A vida no mundo é uma navegação e um nadar eternos? Nadar é mergulhar sem se deixar naufragar ou afogar. Não deveria ser a vida em sociedade: não se deixar afogar nas águas da corrupção, não estufar o peito e dizer que odeia política, parafraseando Bertold Brecht, não afundar na lama do individualismo solitário e consumista, não naufragar no rio da educação e do professor COCA-COLA e fluído.
APRENDIZES DO AMOR CONEXÃO – Ser aluno e ser professor nesse mundo que emerge é superar todas as distâncias de afeto, de curiosidade. Educar ou amar é tecer rede que faz tecido-texto, seja com os que estão presentes-presentes no mesmo espaço das salas [de toda natureza] na imaginação real-virtual. Nas duas dimensões se está fazendo parte da mesma tessitura: comunicação. Pode-se dizer que quando se faz conexão hoje em dia, é a mesma coisa que está presente, online ao mesmo tempo em todos os lugares acessíveis e ou off-line, em lugar nenhum com os que estão desconectados, aquém-além e como todos os internautas e navegantes desse mundo. Pensar que modelo de professor decorreria dessa concepção de educação foi o que me ocorreu a partir de um e-mail que eu recebi, sem assinatura, com o texto intitulado “NÃO SEJA PROFESSOR COCA-COLA”. Transcrevo literalmente algumas idéias que diz muito para essa reflexão. “Professores Coca-Cola, inegavelmente admiráveis pelo seu saber, disputadíssimos pelas instituições, comentado pelos alunos, ansiosos por experimentar desse saber, reconhecido em qualquer lugar só pelo nome e suas atitudes, entretanto com uma fórmula secreta. Essa postura faz cairmos, inegavelmente na metáfora principal desse artigo, pois o refrigerante já citado aqui tantas vezes possui características semelhantes a esse profissional - Conhecido, invejável, apreciado, disputado, comentado e detentor de uma fórmula secreta. (...) Entretanto, o profissional do qual fala esse artigo não permite que o aluno saboreie o banquete das suas aulas e de toda a sua bagagem cultural e intelectual porque em todos os encontros acaba por guardar a sete chaves seus conhecimentos.”
AMAR ECOPOLIS – Não se visualiza o amor poli nas ruas e nas praças. O que se observa é o amor sacrifício, ciumento, possessivo e inseguro. Não encanta apaixona e seduz quem não está ao mesmo tempo para além das formas patológicas de amar de nosso mundo. Amar e educar tem tudo a ver. Repete-se insanamente o mesmo modo de fazer educação repetida desde o tempo de meus ancestrais assim também pode ser no modo de amar. Só encanta quem está encantado. Só pode ser objeto de desejo quem é sujeito de seus desejos. Acredita-se que ainda se pode encantar e apaixonar aos alunos em nosso tempo, como os professores faziam nos anos passados. A relação educativa é uma relação de sedução e atração na perspectiva do conhecimento. Uma alternativa se acena. A atração e o encanto que os jovens sentem pelas tecnologias e mídias tais como, CAM, CÂMERA DIGITAL, CELULAR E INTERNET, nos apontam para uma luzinha no fim do túnel das aulas enfadonhas, conteudista, de giz e cuspe e cópias nos quadros... Como deve se dar a navegação para todos nós? Será que o que se busca hoje é partilhar a arte da navegação no mundo virtual? O que você pensa e imagina em cada BLOG lido? Que necessidades e desejos temos em relação ao nosso agir educativo? Estamos saciados e satisfeitos com o que fazemos?
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