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segunda-feira, 23 de maio de 2011

FILME: MACUNAÍMA



Preliminares - A professora Dênia utiliza-se na semana de 23 a 27 de maio, no contexto da literatura brasileira, a obra Macunaíma, de Mario de Andrade. E para compreender melhor a riqueza e profundidade desse autor, assiste ao filme com o mesmo nome da obra: Macunaíma. Ele é um espelho e imagem da formação cultural brasileira prefigurada nas figuras dos personagens. Eles simbolizam, segundo o autor, a imagem do homem e da mulher brasileiros. Ao assistir tenha presente o tipo e o jeito e serdo brasileiro. 
Será aqui feito uma transcrição parcial do texto que está no wikipédia no site indicado acima. A professora de literatura trabalhará o filme como forma de compreender a riqueza e profundidade da obra. Ela faz uma caracterização ímpar e nobre da cultura brasileira. É importante saber que todas palavras com cores diferentessão links e q precisam ser utilizados para enriquecer através das informações nelas contida. Assim poderá construir conhecimentos e saberesem a partir dessa obra clássica da literatura brasileira. Foi também acrescido nessa parte comentários sobre o autor da obra Macunaíma, Mario de Andrade de onde o filme foi baseado.
Macunaíma é um dos grandes personagens da carreira de Grande Otelo e o filme traz um elenco de atores renomados.
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuna%C3%ADma - SITE acessado em 23/11/2011 -
Sinopse
O filme começa com o parto de Macunaíma, um herói preguiçoso. De tão preguiçoso, ele só começa a falar aos seis anos de idade. Na metade do filme, Macunaíma (interpretado por Grande Otelo) muda de aparência, sendo substituído por Paulo José. Outra personagem marcante é Ci, vivida por Dina Sfat, que no filme se torna uma guerrilheira.

Curiosidades
O filme permite muitas interpretações, com alusões ao desenvolvimentismo, ao tropicalismo e à luta armada que corria solta nos "Anos de Chumbo", sem perder a ligação com a obra literária na qual se baseia (escrita na primeira metade do século XX), com aparição de vários personagens do folclore brasileiro, tais como o Caipora.
Em sua mais nova versão, relançada em DVD no ano de 2006, a obra vem com um documentário sobre a construção da cidade de Brasília, também dirigido por Joaquim Pedro de Andrade. Um documentário que em 1967 foi censurado pelo conteúdo político.

SOBRE O AUTOR DA OBRA

Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 — São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador e crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922. Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.[1]
Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos.[2] Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época. Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco". As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro. No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo[3] formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
Andrade nasceu em São Paulo, cidade onde morou durante quase toda a vida no número 320 da Rua Aurora, onde seus pais, Carlos Augusto de Andrade e Maria Luísa de Almeida Leite Moraes de Andrade também haviam morado.[4] Durante sua infância foi considerado um pianista prodígio, tendo sido sido matriculado no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1911.[4] Recebeu educação formal apenas em música, mas foi autodidata em história, arte, e especialmente poesia.[5] Dominava a língua francesa, tendo lido Rimbaud e os principais poetas simbolistas francses durante a infância. Embora escrevesse poesia durante todo o período em que esteve no Conservatório, Andrade não pensava em fazê-lo profissionalmente até que a carreira de pianista profissional deixou de ser uma opção viável.
Em 1913 seu irmão Renato, então com catorze anos de idade, morreu de um golpe recebido enquanto jogava futebol, o que causou um profundo choque em Andrade. Ele abandonou o conservatório e se retirou com a família para uma fazenda que possuíam em Araraquara.[4] Ao retornar, sua habilidade de tocar piano havia sido afetada por um tremor nas mãos. Embora ele houvesse se formado no Conservatório, ele não se apresentou mais e começou a estudar canto e teoria musical com a intenção de se tornar um professor de música. Ao mesmo tempo, começou a ter um interesse mais sério pela literatura.[4] Em 1917, ano de sua formatura, publicou seu primeiro livro de poemas, Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, sob o pseudônimo de Mário Sobral.[4][6] O livro contém indícios de uma crescente percepção do autor em relação a uma identidade particularmente brasileira, mas, assim como a maior parte da poesia brasileira produzida na época, o faz num contexto fortemente ligado à literatura européia—especialmente francesa.[7]
Seu primeiro livro parece não ter tido um impacto significativo, e Andrade decidiu ampliar o âmbito de sua escrita. Deixou São Paulo e viajou para o campo. Iniciou uma atividade que continuaria pelo resto da vida: o meticuloso trabalho de documentação sobre a história, o povo, a cultura e especialmente a música do interior do Brasil, tanto em São Paulo quanto no Nordeste[8] Andrade também publicou ensaios em jornais de São Paulo, algumas vezes ilustrados por suas próprias fotografias, e foi, acima de tudo, acumulando informações sobre a vida e o folclore brasileiro. Entre as viagens, Andrade lecionava piano no Conservatório, havendo sido também, conforme relato de Oneyda Alvarenga, aluno de estética do poeta Venceslau de Queirós, sucedendo-o como professor no Conservatório após sua morte em 1921.

Sites importantes


2- Baixar o livro  
     

3- Informações relevantes sobre a obra de Mario de Andrade
- http://www.mundovestibular.com.br/articles/53/1/MACUNAIMA--Mario-de-Andrade-Resumo/Paacutegina1.html

COMENTÁRIO SOBRE O FILME MACUNAÍMA
Obs: inspire-se-se em uma dessas questões, abaixo colocadas, para tornar publica as impressões adquiridas acerca do trabalho feita com a obra Macunaíma.
Que retrato e ou características do Brasil e dos  brasileiros se pode identificar e descrever a partir personagens do filme Macunaíma?
Que ensinamentos/lição esse filme e ou o livro deixou em minha idéia?
Qual é a importância dessa obra na formação e ou educação dos estudantes brasileiros do século XXI?

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